Breves

Disponível o aviso sobre o pedido de Matrículas / Renovação para 2024/2025.


 

No dia 10 de abril procedeu-se à atividade - Limpeza do Baldio, no âmbito do projeto Eco-Escolas em articulação com o Clube da Proteção Civil.


 

Consulte as atividades do PAA previstas para o mês de abril.


 

Já pode consultar as ementas semanais do refeitório escolar, para o mês de abril.


 

Informam-se os interessados que está aberto, na plataforma SIGRHE, o procedimento para seleção e recrutamento de um técnico especializado - Assistente Social.


 

No dia 22 de fevereiro, decorreu na biblioteca escolar uma atividade intergeracional intitulada "Contos à Lareira".


 

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Obs. Qualidade >> Quem somos

Observatório da Qualidade para quê?

A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de refletir criticamente sobre si própria com a finalidade de melhorar o seu desempenho.

De acordo com o que está previsto na legislação, a autoavaliação tem caráter obrigatório, desenvolve-se em permanência e visa avaliar:

a) o grau de concretização e o desenvolvimento do projeto educativo do agrupamento;

b) preparação e concretização da educação, do ensino e das aprendizagens;

c) o nível de execução de atividades proporcionadoras de climas e ambientes educativos que conduzam ao desenvolvimento integral da personalidade do aluno;

d) o desempenho dos órgãos de administração e gestão do agrupamento de escolas;

e) o sucesso escolar, avaliado através da capacidade de promoção da frequência escolar e dos resultados do desenvolvimento das aprendizagens escolares dos alunos;

f) a prática de uma cultura de colaboração entre os membros da comunidade educativa.

(adaptado de Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro)


O Observatório da Qualidade existe com a finalidade de desenvolver o processo de autoavaliação da Escola tendo sempre como orientação a avaliação da organização e não das pessoas.


“A Avaliação reflete a realidade das escolas e permite que os protagonistas se vejam com clareza e rigor (…) Não compete ao avaliador dizer aos protagonistas se estão a fazer bem ou mal. Muito menos aquilo que deve ser mudado. Simplesmente os ajudam a olhar-se com clareza, de modo a poderem formar um juízo mais fiel sobre o que fazem. Desse Juízo, dessa compreensão hão-de surgir as decisões de mudança.”

(Santos Guerra, 2001)